Já que eu acho que não vou conseguir vencer a paradinha do blorkutando, eu vou atualizar.
Eu sou nova no mundo "blogueiro" e nem sei escrever direito ainda...
=D
Eu vou postar uma historinha ridícula que eu escrevi ontem, seria interessante que lessem e dessem idéias..
Obs: Genteeee!! Faço 15 anos dia 29 *--* Tá chegandooo! *feliz, feliz*
"Melissa era a princesa (no sentido literal da palavra) mais mimada que o mundo já vira. No dia em que perdera seu colar de pérolas preciosas, dizia que era a pessoa mais triste do mundo, seu pai sempre lhe dizia: "Mel, florzinha, você tem tudo o que quer, se quiser eu dar-lhe-ei outro colar mais bonito e precioso que esse.", ela sempre retrucava: "Nãããão! Quero meu colar, papai!!!", e começava a chorar.
Seu pai já não sabia mais o que fazer para fazer a menina parar de "buzinar" em seu ouvido, chegou ao ponto de dizer que faria o que ela quisesse. A menina gostou da idéia. "Papai, quero que todos do reino fiquem tristes e de luto pela minha perda". Depois de muita conversa ele acabou a concordar, a menina não dava o braço a torcer.
Então foi decretado que todas as pessoas do reino ficassem de luto e tristes quando a garota estiver por perto "para ela sentir-se a pessoa mais feliz do mundo", o pai dizia.
Estava indo tudo "muito bem", todos tristes até que a menina, sem avisar, saíra de cara e fora à rua para procurar o tal colar e vira duas crianças conversando e rindo. Daí ela acabou percebendo que todos fingiam e que, também, não adiantava ela proclamar que todos fossem os mais tristes ou mais felizes do mundo, eles fingem, mas não ser-o-ão. Seu pai sempre dizia para ela: "A sua felicidade é a felicidade de todos nós", então por que aquelas pessoas sorriam? Ela viu que não estava realmente triste, era um modo de chamar atenção, pois não tinha amigos.
- Oi. - Disse uma das crianças, quebrando seu raciocínio.
- Err... oi. – Disse, um pouco curiosa, tentando entender como a criança não a tinha reconhecido.
- Quer brincar?
- Não, princesas não brincam.
- Sério, menina, pára de bobeira e vem brincar!
E foi, ela sentira certa simpatia pelo menino, mesmo ele não a tendo reconhecido.
A menina foi ficando mais amigável e alegre e um certo dia seu pai percebeu sua mudaça e perguntou:
- E o colar, florzinha?
- Que colar? – Estava “ocupada” penteando uma boneca, “como assim? Nunca fez isso!”, pensou o pai.
- Aquele que perdera há uma semana!
- Não preciso mais daquilo, papai! – disse sorrindo (ele estranhou) – Eu tenho uma coisa que nenhum dinheiro no mundo me dá: A-M-I-G-O-S. Eu sou muito feliz.
O pai sorriu, não precisava fazer nem dizer mais nada, era tudo que queria, queria sua filha feliz desde a morte da mãe dela, não conseguia nada, nem ser feliz realmente, agora começava a chorar e sua filha lhe dera um abraço.
- A felicidade não está no dinheiro, papai, dinheiro não compra.
"
Se eu disser que eles viveram felizes para sempre é mentira, ninguém vive só feliz, mas posso dizer que, apartir desse dia, eles passaram a não se abalar com qualquer coisinha boba.
Beijos.
Espero que gostem. ^__^



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